Tenha sempre um fornecedor de Chopp de sua confiança, pois terá sempre um Chopp novo e dentro do prazo de validade.
Chopp pode ter uma validade de até 30 dias, dependendo da cervejaria e da armazenagem do barril de chopp.
Manter o Chopp Refrigerado em uma câmara fria garante que o Chopp não estrague antes do prazo de validade.
Lembre-se sempre de fechar o cilindro de gás após o uso da chopeira, isso evita a carbonatação do Chopp.
20/07/2011 - 16:07:03 - 27ª Fispal Tecnologia recebe 64 mil visitantes qualificados
Profissionais do setor de embalagens para alimentos e bebidas conferiram as principais tendênc...
Leia mais
20/07/2011 - 16:07:19 - Competitividade no setor de bebidas será assunto de destaque no 2º Confrebras
Durante o mais importante evento de bebidas do Brasil, especialistas mostrarão os efeitos neg...
Leia mais
Ele já tem mais de 5000 mil anos, já foi usado como moeda, como produto de beleza e até os monges católicos o produziam nos mosteiros. Veja abaixo curiosidades sobre a história do Chopp.
Na idade média, o chopp passou a ser produzido nos mosteiros, sendo os monges católicos que deram a ele o aroma e sabor que conhecemos hoje.
Em Pilsen, cidade da República Tcheca, no ano de 1839, os cervejeiros descobriram a baixa fermentação, que resultou um chopp de cor clara, sabor suave e uma maior duração para o consumo.
O chamado “colarinho” é uma camada de espuma que, apesar de evitado por alguns, é um importante componente da bebida, devendo ter por volta de três centímetros, de maneira a impossibilitar que o calor interfira em sua temperatura, servindo como isolante térmico entre a temperatura ambiente e o frescor interno.
A primeira notícia sobre fabricação de chopp no Brasil é de um anúncio publicado no jornal do Comércio, Rio de Janeiro, em 27 de outubro de 1836, que falava sobre o “Chopp Barbante” da Marca Barbante.
Com métodos de fabricação rudimentar, produzia grande quantidade de gás carbônico e o barbante servia para impedir que a rolha saltasse da garrafa.
No processo de fabricação do chopp ocorre juntamente com o processo de fabricação da cerveja, porem o chopp é extraído alguns minutos antes da cerveja antes do processo de pasteurização que será descrito logo no processo de fabricação da cerveja.
Embora as cervejas de mesma classificação apresentem variações de marca para marca, elas são produzidas seguindo basicamente o mesmo processo de fabricação.
Nos churrascos de fim de semana com a família ou os amigos não pode faltar um convidado especial o chopp, sempre bem gelado. E para servi-la com rapidez e praticidade, o melhor jeito é por meio de uma chopeira, que pode comportar melhor a bebida e mantê-la gelada.
Há uma grande quantidade de modelos de chopeiras disponíveis no mercado, desde modelos elétricos e a gelo, no entanto o de melhor eficiência e praticidade é o elétrico que sempre mantem o Chopp na temperatura Ideal e dispensa o uso de gelo.
Chope em casa, sem apuros.
O churrasco vai reunir todos os amigos. O pôquer precisa de um acompanhamento à altura. E alguém tem a excelente ideia de alugar uma chopeira para animar a reunião. Mas de repente a máquina chega e é pesada, vaza água, ninguém pensou num espaço para colocá-la e na hora de tirar o dito chope sai sem gás, sem creme, sem espuma. Resultado: sobram vários litros e ninguém sabe o que fazer com aquilo tudo. E agora?
Para evitar que a chopeira transforme em desastre aquilo que deveria ser útil e divertido – “brincar” de tirar o próprio chope faz parte dos atrativos da locação – é preciso prestar atenção em alguns detalhes que começam na escolha na máquina.
O chope nada mais é que uma cerveja não-pasteurizada - que precisa ser consumida mais rapidamente – e que ganha cremosidade pelo gás que impulsiona a bebida do barril para a chopeira, entre outros fatores que ainda vão ser listados.
As máquinas profissionais garantem a baixa temperatura da bebida graças às serpentinas (uma espécie de mangueira com água gelada) que circula por todo o maquinário. As torneiras têm duas funções: extrair liquido e espuma, numa equação que garante o chope perfeito.
As chopeiras domésticas não têm a mesma capacidade das profissionais e o chope tirado em uma pequena máquina – somada à inexperiência do tirador - dificilmente vai ter a mesma qualidade que um extraído de uma chopeira enorme e com os melhores recursos que um estabelecimento comercial investiu pesado para ter. Isso não tira a graça de servir a bebida em casa e – mais ainda – de ter a oportunidade de tirar o seu próprio chope.
A máquina ideal
Há diversas opções no mercado. De chopeiras de marcas regionais , passando por algumas artesanais às das grandes marcas, que oferecem chope, maquinário e outros serviços.
Para consumo em menor quantidade, é possível encontrar barris de cinco litros o da Heineken em empórios e supermercados. Tecnicamente esses produtos são cervejas embaladas de forma que, ao serem servidas, dêem a sensação ao consumidor de tomar um chope.
Eduardo Gomes, gerente nacional de chope Heineken Brasil, explica que “esse barril tem um sistema pressurizado que dá vazão à bebida. É preciso gelar por dez horas e então conectar a torneira sobre a embalagem.” Outros produtos semelhantes não têm o sistema – patenteado pela marca – e contam com a gravidade para “expulsar” a bebida do barril, já que a torneira é conectada na parte inferior.
Se o consumo for maior, mas o local da festa não contar com ponto de luz (um jardim, por exemplo), o indicado é a chopeira a gelo, que tem capacidade para barris de 30 a 50 litros. Nesse caso, são necessários cerca de dez quilos de gelo para garantir a qualidade da bebida. Uma vez colocado o gelo, contam-se 30 minutos para a bebida ficar gelada. O formato lembra dos “coolers” de cerveja que imitam uma lata e pode ser apoiada direto no chão. O “contra” da máquina é a baixa vazão – não dá para tirar muitos chopes seguidos.
Já a chopeira elétrica tem a mesma capacidade, mas exige uma tomada (em geral de 220 volts) e precisa ser apoiada sobre uma mesa ou bancada em que não haja problema de contato com o líquido que inevitavelmente vai cair sobre ela. Como vantagem em relação à de gelo está a capacidade de extração maior - 40 litros por hora.
Se a festa conta com mais convidados, além do consumo ser maior é necessário prever uma máquina que atende a saída em série da bebida. Neste caso a melhor opção é o carrinho de chope, que tem capacidade para dois barris de 50 litros (que podem ter chopes distintos) e é a que mais se aproxima de uma chopeira profissional – a serpentina tem 120 metros e é possível extrair 360 chopes por hora. Apesar de muito maior, como tem rodinhas, o carrinho dispensa o apoio.
Quantidade
Exagerar na quantidade pedida pode se tornar um mico. “Depois de gelado e aberto o barril de chope deve ser consumido em até três dias”, determina Eduardo.
O cálculo de bebida por pessoa depende da “sede” dos convivas, da duração e do tipo de evento (em uma festa noturna que vira a noite o consumo é maior que em uma reunião vespertina que conta com comida, como um churrasco).
Para facilitar a conta, basta saber que cada litro de chope rende cerca de quatro copos tulipa ou caldereta, os mais comuns para servir a bebida.
Chopeira “calibrada”
As máquinas elétricas devem vir reguladas para que tudo dê certo. Não raro, a chopeira chega e logo se iniciam os “testes” para ver se o chope está saindo corretamente. Eduardo diz que quanto menos mexer no maquinário melhor. “A máquina deve vir pronta da loja, é responsabilidade do fornecedor. As pessoas têm muita curiosidade, mexem demais e as vezes desregulam, alteram a vazão e a extração do chope não fica boa”, conta. Se algo parece errado, o indicado é ligar para o fornecedor. “Na maioria dos casos uma orientação por telefone resolve. Caso contrario, o técnico deve ir ao local ajustar ou trocar a chopeira”.
Para tirar o chope perfeito
Uma informação básica: quando a torneira é puxada para frente, sai o líquido. Se voltada para trás, sai o creme (ou espuma). “Coloque o copo a 45 graus, sem deixar o líquido e o copo encostarem na torneira, preservando assim ao máximo sua qualidade. Deixe dois dedos para completar com o creme. Para formar um colarinho perfeito, retorne o copo à posição horizontal e deixe o “creme” até escorrer pelas bordas do copo. O creme ou colarinho deve ter dois dedos para que realize o papel de isolante térmico do chope mantendo em níveis ideais seu sabor, aroma e temperatura”, orienta Francisco Iguti, mestre cervejeiro da Heineken Brasil.
É importante o copo adequado estar bem limpo – sem resíduos de detergente. Isso também ajuda na cremosidade do chope. Copos de plástico não são recomendados.
GIBELI Refrigeração - Ribeirão Preto - Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Agência Betônico de Comunicação.